Varginha está entre as 10 melhores cidades para se viver em Minas Gerais

Varginha está entre as 10 melhores cidades para se viver em Minas Gerais

 

8.º Varginha 

Localizada a 318 Km de Belo Horizonte, Varginha ( foto acima de Diego Gazola/Fundação Cultura de Varginha) (IDHM de 0,778) tem cerca de 120 mil habitantes e fica na porta de entrada do circuito do Lago de Furnas. Está estrategicamente situada na metade do caminho entre São Paulo e Belo Horizonte, o que facilita o escoamento de sua produção de café e outros produtos através de sua estação aduaneira, único porto seco do sul de Minas.

Ficou mundialmente conhecida em janeiro de 1996, quando duas irmãs viram uma criatura humanoide, o que mobilizou ufólogos, autoridades e atraiu curiosos.

Varginha é uma das cidades-polo da região Sul de Minas, destacando por seu parque industrial diversificado, comércio e prestação de serviços variados. É importante polo regional, principalmente nas áreas de educação, saúde, esportes e cultura.

Varginha está entre as 100 melhores cidades do Brasil para investir em negócios.

O estudo exclusivo da consultoria Urban Systems identificou as cidades acima de 100.000 habitantes com as melhores condições para a realização de negócios. As cidades mais promissoras concentram-se no Sudeste e no Sul do país, as duas regiões somam dois terços do ranking. Fonte: exame edição 1100

Entenda o cálculo do IDH e seus indicadores

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mede o nível de desenvolvimento humano dos países utilizando como critérios indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita).
O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo, os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0,800 têm desenvolvimento humano considerado alto.
Para a avaliação da dimensão educação, o cálculo do IDH municipal considera dois indicadores com pesos diferentes. A taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos de idade tem peso dois, e a taxa bruta de frequência à escola peso um. O primeiro indicador é o percentual de pessoas com mais de 15 anos capaz de ler e escrever um bilhete simples, considerados adultos alfabetizados. O calendário do Ministério da Educação indica que, se a criança não se atrasar na escola, ela completará esse ciclo aos 14 anos de idade, daí a medição do analfabetismo se dar a partir dos 15 anos.
O segundo indicador é resultado de uma conta simples: o somatório de pessoas, independentemente da idade, que frequentam os cursos fundamental, secundário e superior é dividido pela população na faixa etária de 7 a 22 anos da localidade. Estão também incluídos na conta os alunos de cursos supletivos de primeiro e de segundo graus, de classes de aceleração e de pós-graduação universitária. Apenas classes especiais de alfabetização são descartadas para efeito do cálculo.
Para a avaliação da dimensão longevidade, o IDH municipal considera o mesmo indicador do IDH de países: a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra o número médio de anos que uma pessoa nascida naquela localidade no ano de referência (no caso, 2000) deve viver. O indicador de longevidade sintetiza as condições de saúde e salubridade do local, uma vez que quanto mais mortes houver nas faixas etárias mais precoces, menor será a expectativa de vida.
Para a avaliação da dimensão renda, o critério usado é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor soma-se a renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero).
No caso brasileiro, o cálculo da renda municipal per capita é feito a partir das respostas ao questionário expandido do Censo – um questionário mais detalhado do que o universal e que é aplicado a uma amostra dos domicílios visitados pelos recenseadores. Os dados colhidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são expandidos para o total da população municipal e então usados para o cálculo da dimensão renda do IDH-M.

 

Fonte desta informação:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI152578-EI306,00-Entenda+o+calculo+do+IDH+e+seus+indicadores.html
(Fonte das informações das 15 primeiras cidades:

http://www.semprefamilia.com.br/as-15-melhores-cidades-para-se-viver-em-minas-gerais/)

https://turismodeminas.com.br/o_que_fazer/melhores-cidades-viver-bemhttps://exame.abril.com.br/pme/as-10-melhores-cidades-para-abrir-um-negocio-em-mg/

www.curtamais.com.br/uberlandia/as-15-melhores-cidades-para-viver-em-minas-gerais

www.conhecaminas.com/2017/03/as-15-melhores-cidades-para-se-viver-em_11.html

https://www.varginhaonline.com.br/noticias/exibe_noticia.asp?id=178486

Leandro Caldonazo

Sobre o Autor Leandro Caldonazo

Leandro Caldonazo é Graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade Cenesista de Varginha (FACECA), cursou Técnico em Transações Imobiliário em 2011. Hoje atua como Corretor, Consultor Imobiliário e Perito Avaliador pela Empresa Imobiliária Samar Ltda.

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